Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013

Esquio Penela

Projeto turístico em Penela cria 61 empregos

Recuperação de uma aldeia abandonada vai incluir um teleférico de montanha

Por: tvi24    |   2013-09-11 17:41

Um investimento privado de 24 milhões de euros vai permitir a recuperação de uma aldeia abandonada, no concelho de Penela, e a sua transformação num empreendimento turístico que empregará 61 pessoas, disse hoje o promotor.

«Com este projeto inovador, podemos mostrar às pessoas que o interior do país também tem coisas belíssimas para férias, desporto e lazer», enfatizou Manuel dos Santos, empresário da área da construção civil, em declarações à agência Lusa.

O empreendimento, cuja apresentação decorre hoje à tarde, na presença do secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, corresponde à primeira fase de um investimento mais vasto, estimado em 46 milhões de euros, que abrange duas povoações serranas, Pessegueiro e Esquio, no extremo sul da serra da Lousã.

Nos últimos cinco anos, Manuel dos Santos comprou 3.700 parcelas de terreno e habitações, cuja área total ultrapassa os 300 hectares, salientou, por seu turno, o presidente da Câmara Municipal, Luís Matias.

Inserido no sistema de incentivos do QREN SI-INOVAÇÃO, na tipologia - Inovação Produtiva, o empreendimento deverá proporcionar a criação de 61 postos de trabalho diretos, dos quais 34 serão qualificados.

A transformação do Pessegueiro num aldeamento turístico contempla a construção de vários equipamentos de animação, incluindo um sistema de telecadeira, ou teleférico de montanha, ligando a aldeia a São João do Deserto, numa extensão de quase um quilómetro em linha reta.

O autarca Luís Matias, candidato do PSD à Câmara de Penela, disse que as obras «vão arrancar de imediato».

A telecadeira será construída por uma empresa especializada da Áustria, revelou Manuel dos Santos.

O empresário esclareceu que, dos 24 milhões de euros desta fase do investimento, apenas uma parte foi considerada elegível para aceder aos fundos comunitários, podendo a comparticipação ascender a seis milhões de euros, se o promotor «cumprir todos os requisitos» do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

publicado por lino47 às 22:35
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