Ou chamar cantora lirica á Maria Leal. Isto vê-se e não se acredita.
Só num mundo de fantoches e fantochadas como aquele em que vivemos.
Um mostrengo que faz por favor aos trinta e sete anos três anos em economia numa universidade privada é automaticamente promovido a professor catedrático.
Andam a gozar com o Zé povinho?
Só pode...
O que dizem disto as centenas de milhares de engenheiros, advogados, economistas, médicos, arquitetos, psicólogos, sociólogos e outros profissionais que andaram nas universidades públicas durante cinco anos, no minimo, para terem um curso?
Vão gozar com a PQP ou querem que escreva por inteiro?


DOS FRACOS NÂO REZA A HISTÓRIA.
Dizem que não se deve desejar a morte a ningúem, mas há seres que só saber que estão vivos, incomoda.
Desapareceu mais um cabecilha da contrarevolução, do caciquismo do caceteirirismo, da maioria silenciosa, do MIRN do MDLP e do CDS, que ajudou em 1975 a pôr Portugal a ferro e fogo com os pequenos e médios lavradores da região de Santarém e Rio Maior contra o resto do país.
Senhor de grandes herdades com centenas de hectares a maioria delas aba...ndonadas ou transformadas em coutadas de caça, atiçava os pequenos e médios lavradores como quem atiça buldogs, organizava barricadas de onde ameaçava o governo de então com o corte no abastecimento de géneros à capital.
Morreu de velho, no esquecimento, sem honra nem glória.
Às suas ordens e da comandita que o seguia, Portugal chegou a estar sem leite, sem batatas ou sem pão durante semanas.
Provou-se o ditado.
Dos fracos não reza a história.
As pessoas passam, as instituições continuam.
O Partido Socialista é um pilar central da democracia.
Foi um partido fundador e que se opôs frontalmente ao seu desvirtuamento nos idos de 1975 e mais tarde contribuiu de forma decisiva para a sua consolidação ao estar ao lado do Grupo dos Nove.
Após a revolução de Abril e o caos natural que se seguiu devido à descompressão do longo periodo da ditadura de Salazar, foi o Partido Socialista no I Governo Constitucional, liderado pe...lo Dr. Mário Soares, que estabilizou a economia.
O que voltaria a fazer em 1983, após o desgoverno da AD, em que foi nomeado Primeiro-Ministro Francisco Balsemão, após a morte de Francisco Sá Carneiro no trágico acidente aéreo em Dezembro de 1980.
Como disse o Partido Socialista é e será um pilar fundamental do regime democrático, apesar de todas as tentativas obnubilizadoras da direita para andar a reescrever a história.
Mesmo os factos políticos anteriores à vinda da troika em 2011, permanecem mal contados.
Sabe-se que o PEC IV tinha sido apoiado por Bruxelas e tinha a luz verde de Angela Merkel e sabemos também que o PEC IV foi chumbado com os votos do BE e do PCP.
Os telhados de vidro da direita são imensos, quer na administração central, quer local, há processos parados no MP há muito tempo quando visam personalidades sonantes à direita.
HÁ por parte das magistraturas uma óbvia intencionalidade política de que é flagrante exemplo a queixa contra todo o Governo de Sócrates por parte da Associação Sindical de Juízes, que após 6 anos de investigação lá descobriram que haveria uns livros comprados indevidamente por um secretário e estado.
Não podemos perder o norte, nem o essencial.
Se personalidades ligadas ao PS cometeram no exercício de funções públicas ilícitos criminais devem ser julgados com todos os direitos que lhe assistem e assegurada a presunção de inocência até trânsito em julgado da decisão.
E o mesmo tem que se aplicar a todos os membros de qualquer partido.Não há vacas sagradas.
Não podemos ignorar a ignomínia de ver Durão Barroso alinhar ao lado dos EUA numa mentira para ganhar a opinião pública para a invasão do Iraque com as desastrosas consequências que perduram.
Não podemos ignorar as crateras bancárias do BPN, do BES, da GGD, do BPP, do BANIF e ao que parece do Novo Banco.
Não podemos ignorar esse período negro da governação Passos Coelho que alienou ao desbarato as empresas estratégicas portuguesas e que ignorou olimpicamente a hecatombe bancária.
REPITO, quem acusado de ter cometido ilicitos criminais no exercício de funções públicas, se num julgamento justo e com todas as garantias de defesa for obtida prova condenatória deve ser severamente condenado.
Mas isto aplica-se a todos os partidos e não apenas ao PS que parece ser o alvo seleccionado pelo MP.
Vamos lá parar com os tiros no pé.
Como dizia Mário Soares, esse vulto maior da democracia, só é vencido quem desiste de lutar.
A GUERRA NA SÍRIA
Quem se importa com o que se passa do outro lado?
Era urgente que as cadeias de televisão fizessem um debate independente que informasse convenietemente sobre o que é Goutha, sobre o porquê dos bombardeamentoss a Ghouta e sobre Damasco.
Mas que informasse também dos lançamentos constantes de obuses e morteiros vindos do lado de Ghouta sobre os bairros de Damasco.
A maior parte das pessoas que ouvem os comentadores e noticiaristas não tem a minima noção do ...que é que se está a falar quando vêem imagens da cidade satélite de Damasco a ser arrasada pelos aviões russos e as tropas governamentais e não sabe que Goutha é uma cidade satélite como o Montijo ou Rio Tinto onde se refeugiaram todos os regimentos do Daesh e da AL Qaeda que usam as populações como escudos humanos e mostram crianças que esles próprios torturam e matam.
Não há um único noticiário ou reportagem sobre o que se passa em Damasco.
Não aparece uma única entrevista às populações fustigadas constantemente pelos rebeldes e pelas tropas do ISIS, Daesh, Al Qaeda ou seja lá o que for.
As cadeias de televisão portuguesas não tem um único repórter no terreno servindo-se das imagens tendenciosas fornecidas pelas cadeias americanas.
Tiveram Candida Pinto no Iraque ou Carlos Fino no Egito mas com a contenção de custos e os cortes nas despesas preferem gastar verbas em concursos da treta para entreter e estupidificar o pagode.
Em nenhum conflito é possível haver uma informação decente e independente quando só se mostra um dos lados da barricada.
E era útil saber que os mais recentes dados, davam como certo que o Daesh ainda tinha cerca de cinco mil soldados em Goutha, armados até aos dentes com armamento e mercenários vindos de toda a Europa, nomeadamente França, Inglaterra, Alemanha e até de Portugal e dos Estados Unidos.

O eucalipto é, por si só, o maior factor de desertificação do país, e a desertificação do país é o nosso problema número um. Não vale a pena falarem em descentralização, nem em ocupação do interior nem em valorização do mundo rural, enquanto estivermos submetidos à ditadura do eucalipto. Juntem a isso o conhecimento, hoje absolutamente indisfarçável, de que o eucalipto é, de longe, o maior factor de deflagração de incêndios: o eucalipto mata. Mata a floresta, mata casas, povo...ações, pessoas. E, como vimos agora, mata rios.
Mata a pesca, a agricultura, a paisagem, o turismo do interior. Com a limpeza dos rios, com as indemnizações às vítimas dos fogos, com os negócios e negociatas à volta do combate aos incêndios, só de custos directos a indústria de celuloses custa uma fortuna aos contribuintes. Mas quem se quiser deitar a pensar quanto mais custa ao país e aos contribuintes o abandono dos campos e a desertificação de todo o interior, rapidamente chegará à conclusão que 1300 milhões não são nada comparados com isso.
Restam os postos de trabalho que se perderiam. Mas chamo a atenção para os estudos recentes que têm vindo a público e que nos dizem que, com a quebra da natalidade e o envelhecimento demográfico galopante que temos, o nosso principal problema em breve vai ser a escassez de dezenas, e logo centenas, de milhares de postos de trabalho na indústria, se quisermos continuar a crescer. Só é preciso ter a coragem de mudar de paradigma. Sairmos de um pensamento de país terceiro-mundista.
O descaramento já atingiu tal ponto que, na semana passada, a revista “Sábado” não só se dava ao luxo de tranquilamente transcrever largas passagens do interrogatório do juiz Carlos Alexandre a Paulo Santana Lopes e José Veiga, visando implicar o juiz Rui Rangel, como também chegava ao ponto de comentar os apartes de Carlos Alexandre, deste género: “Bem ao seu estilo, Carlos Alexandre não resistiu a desabafar…”. Se tamanha intimidade relativamente a uma peça teoricamente alvo do chamado “segredo de justiça” já dá muito que pensar, que dizer do facto de um jornalista da revista, aparentemente acompanhado de um fotógrafo, ter andado a seguir os últimos cinco dias de Rui Rangel, antes de ser despoletada a ‘Operação Lex’, fotografando-o a sair de casa, a entrar no Tribunal da Relação, a sair para um jogo de futebol com amigos, a embarcar no carro na garagem do condomínio, etc.? A PJ ou o MP agora fazem vigilâncias a suspeitos em conjunto com jornalistas da Cofina ou fornecem-lhes “em exclusivo” o material dessas vigilâncias? Independentemente dos suspeitos em causa, com quem eu não gastaria um jantar (mas isso não vem ao caso), muito gostaria de saber se o Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, o director nacional da PJ, a PGR, o Conselho Superior do Ministério Público, não acham seu dever dizer uma palavrinha sobre o assunto? Ou já nada os envergonha? E, se já nada os envergonha, o que devemos esperar a seguir?

Essa história faz-me lembrar um borra botas de um canalizador de Rio Tinto que trabalhava nos Açores por conta do Soares da Costa.
Cada vez que falava na quinta e nos Mercedes, Porches e Jaguares de luxo que o patrão tinha em Sto Ovídio, até os olhos lhes brilhavam.
Eu bem lhe dizia:
Oh filho da puta, olha que se ele tem esses milhões e benesses todos é à custa de tu ganhares um ordenado de merda longe da tua casa, da tua mulher e dos teus filhos.
É à custa de ires dormir com a tua mulher e veres os teus filhos de seis em seis meses, dormires em cima de seis tábuas dentro de um barracão coberto de zinco, tomares banho ou fazeres a barba num lavadouro acéu aberto e andares a comer na cantina batatas com costeletas, chispe ou bacalhau e grão com mão de vaca e dobrada com feijão branco todos os dias do ano.
Abre os olhos, desgraçado do caral...
Nem sabes que és tu que lhe pagas os luxos em que vive.
“Os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo”, disse Cavaco Silva há cerca de um ano e meio. Momentos depois o Banco Espírito Santo afundava.
original
Mais tarde negou que alguma vez o tivesse dito. Negou ter dito uma coisa que está filmada. Filmada. Como fazem as crianças de 5 anos, com os cérebros pouco treinados e próprios daquela idade.
Hoje, referindo-se ao caso BANIF, o mesmo Cavaco Silva diz: “É preciso medir bem as palavras quando se fala do sistema bancário,... porque o seu funcionamento é decisivo para o funcionamento da nossa economia”.
Quando falta a dignidade já pouco resta senão rastejar até ao fim.
Não acredito que Cavaco alguma vez se ponha em causa. Nem quem o rodeia. E é essa falta de chão onde tocar que envergonha só de ver. É como olhar para uma moldura boa com uma fotocópia fraca e triste a viver lá dentro.
A pequenez ainda custa mais quando nos sopram que somos grandes.
Cavaco Silva representa o pior que temos em Portugal. É um fardo de nada com um pin ao peito.
É um cancro que mesmo depois de morto ainda mata.
Este Presidente da República não saiu na farinha amparo
Este presidente da República não nos saiu num sorteio de uma qualquer factura da sorte, nem nos saiu numa rifa da Feira popular.
Este Presidente da República foi eleito.
Embora de forma duvidosa, foi eleito por cerca de 27% dos eleitores em Portugal.
Mesmo com 27 % dos votos do eleitores portugueses conquistou o direito a ocupar o mais alto cargo da Nação.
Já mete nojo quando está, já mete nojo quando fala, já mete nojo calado.
Mas é o presidente e temos de o gramar.
Um aneurisma, uma paragem cardiorespiratória ou uma trombose resolviam a situação mas com dizia o ex-ministro da Administração Interna, Deus não é nosso amigo senão já nos tinha aliviado deste fardo.
A DEVASSA E OS DEVASSOS
O Alexandre, mais o Rosário, mais o resto dos mordomos que devassam Sócrates, cumprem metodicamente o desiderato de converter este Senhor, seja ele inocente ou culpado, seja ele herói ou bandido - ou até, mais pro...vavelmente bandido-herói - num caso típico de imortalidade jurídico-mediática.
Um dia, quando correr o tempo sobre esta palhaçada mega- ridícula e híper-vergonhosa, sobretudo para quem deveria apenas julgar serenamente, as actuais crianças irão dizer aos netos que viveram no tempo do processo do Senhor Sócrates, do mesmo modo que, no passado, houve quem dissesse à descendência que tinha vivido nos tempos do Emiliano Zapata ou do Arsène Lupin. O aparelho judicial português, esmiuçando Sócrates até à molécula, converte-o em bandeira, em hino, em "pin" de lapela, em figura icónica.
O último desenvolvimento do caso já assume foros de inelutável demência noticiosa : quem comprou os livros do Sócrates ? É a curiosidade convertida em tique e o barulho mudado em traque.
Vamos imaginar que o Imortal em causa tenha pedido ao Santos Silva, à Fava, a todos os trabalhadores do Grupo Lena, aos penitenciários de todas as cadeias portuguesas, aos antigos camaradas do PS, aos pitos aos saltos que o acham bonito, aos calmeirões de duvidosa sexualidade que não o acham feio, vamos imaginar por um breve instante que isto ocorreu e que todos receberam o mandato de adquirirem, às "palettes", o livro do dito herói. Ocorreu ? E depois ? Sócrates vendeu o seu papel e , supostamente, financiou a operação. E depois ? Mas qual é a consistente relevância deste facto num processo que, segundo a má língua, já vai em mais de NOVENTA grossos tomos , QUE NENHUM JUIZ IRÁ LER LINHA POR LINHA ?
Este dito Imortal acabará por ser julgado E CONDENADO, porque aquilo que bizantinamente dá pelo nome de Justiça lusitana necessitará imperativamente de uma condenação "exemplar", para que ela própria não desabe , a golpe de gargalhadas.
Daqui a muitos anos, ninguém saberá quem foi Rosário, quem deu pelo nome de Alexandre e quem se disse Vidal, na chefia da banda. Mas haverá pouca gente razoavelmente informada que não saiba quem foi um tal José Sócrates Pinto de Sousa, conduzido ao Olimpo da relevância pública por uma dúzia de togas malparada.
. Dos fracos não reza a his...
. Burla