Segunda-feira, 30 de Maio de 2016

Como vai a nossa saúde

Como vai a nossa saúde:

Será que vai estalar a mesma controvérsia que estalou com os colégios privados?
Pode muito bem acontecer se o governo, este ou outro qualquer cortar o financiamento ou pagamento de serviços nos hospitais privados.
Isto porque os hospitais públicos embora prestem um serviço a todos os níveis irrepreensível, não consegue dar para cobrir as necessidades.
Na zona centro do país, " Coimbra" uma cirurgia pode demorar cerca de três ou seis meses num hospital privado enquanto em Lisboa no público é normal esperar um ano por um simples exame.
Tenho amigos na zona centro que tiveram uma colonoscopia em três meses porque o médico de família faz logo a marcação numa clinica privada enquanto eu em Lisboa estive à espera quase dois anos porque fui obrigado a fazer o mesmo exame num hospital público.
Pessoa da minha família em Coimbra teve um exame polisonográfico numa clinica privada em cerca de três meses enquanto eu em Lisboa estou à espera do mesmo exame à cerca de um ano mesmo sendo considerado um doente de risco.
Será que os médicos da zona centro não se guiam pelas mesmas diretivas dos médicos em Lisboa, por exemplo?
Pergunto, porque não acho natural que os doentes na zona do Vale do Tejo na qual me situo, os médicos de família raramente enviam os doentes para clinicas privadas, enquanto na zona Centro os médicos de família para uma pequena cirurgia enviam logo para clinicas privadas.
Pessoa da minha família em Coimbra foi enviada pelo médico de família para uma consulta de oftalmologia e em dois meses foi chamada, eu pedi ao meu médico de família um exame igual tenho de esperar no mínimo cerca de oito meses.
Algo vai mal no reino da Dinamarca.
Estou a pensar muito seriamente em ter uma dupla morada para ter acesso à saúde em Lisboa em Coimbra e quando.precisar de um exame peço em Coimbra e Lisboa e vou fazer onde for chamado em primeiro lugar.

 
publicado por lino47 às 23:12
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Sábado, 28 de Maio de 2016

Debates quinzenais

assembleia.jpg

 

Debates Quinzenais
 
Realmente é de uma tristeza atroz assistir de fora aos debates quinzenais.
E é de uma tristeza atroz ver as figuras tristes de Passos Coelho rodeado pelos seus dois cães de fila com um de cada lado como se de chefe da mafia se tratasse,
O Bulldog à sua direita, é um tal Hugo Soares, acabadinho de de sair de presidente da Jota, e à sua esquerda o Pastor Alemão, chamado Luis Montenegro, líder parlamentar ou para lamentar, que não passa de um verbo de encher e que cada vez que abre a boca ou entra mosca ou sai asneira, mas que mais não fazem do que rir á gargalhada por tudo e por nada tal é a sua falta de argumentação e falta de saber.
Mais à Direita uma tal rapariguinha que foi ministra do mar mas para quem uma truta ou uma dourada são iguais desde que já estejam servidas no prato e de preferência sem espinhas, como também foi ministra da agricultura em saber a diferença entre uma gramínea e uma leguminosa ou para quem um boi ou um touro de lide são tudo vacas.
Onde andará um tal Marco António Costa?
Um corsário daqueles ou já a fez e está escondido ou está para a fazer.
É preciso ter cuidado com as víboras escondidas, são as piores.
publicado por lino47 às 13:00
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Domingo, 15 de Maio de 2016

Carlos Esperança vs António Barreto

António Barreto (AB), um político frustrado

Só António Barreto, o mais viajado político, cá dentro e lá fora, do PCP para a extrema-esquerda, desta para o PS, a quem deve a notoriedade, por mau desempenho ministerial, percorrendo a Aliança democrática com monárquicos, o eanismo com quem apareceu e, há anos, a destilar ódio ao PS, PCP e, agora ao BE, só António Barreto – dizia –, se deu conta de que António Costa convidou Sócrates para a inauguração do túnel do Marão que as vidas perdidas exigiram. O provinciano reacionário omitiu que convidou também Passos Coelho, isto é, os PMs cujos mandatos estiveram ligados à realização da obra.

Na sua homilia de domingo, no DN, o excelente fotógrafo, medíocre cidadão e político falhado, tem vindo a ser porta-voz do anticomunismo mais primário e dos ataques mais obsessivos contra o PS, rancor que cultiva desde que viaja no comboio da direita, desde que o PS o dispensou e Sá carneiro o fez deputado.

Contra Guterres, Sócrates, António Costa e o próximo, cá estará o dissimulado pregador da direita a julgar o carácter de quem quer que se posicione à esquerda do PSD. Hoje, sob o título de «Paralaxe», confundindo a credibilidade do invasor do Iraque com a de Jorge Sampaio, é a este que deixa sob suspensão, ao que não consentiu o envolvimento das Forças Armadas no crime do Iraque.

Apenas porque goza de larga audiência nos meios de comunicação social, merece que se não deixe passar impune.

O que sobre ele escrevi há 11 anos mantém-se válido. Encontra-se no meu blogue Ponte Europa e aqui se reproduz.
***

António Barreto com o Bloco de Esquerda (9 de maio de 2005)

Alguns cidadãos que esperavam de António Barreto alguma coerência e um mínimo de pudor ficaram estupefactos com o apoio expresso do sociólogo ao candidato do Bloco de Esquerda – o advogado José Sá Fernandes, um excelente candidato, aliás. Santa ingenuidade.

António Barreto (AB) deve o prestígio político ao facto de ter sido ministro do PS e de ninguém se recordar do medíocre desempenho com que tutelou a pasta da Agricultura. Salvo a forma expedita como devolveu as propriedades aos antigos proprietários, uma reparação eventualmente legítima, mas que a legislação vigente de todo impedia, nada fez de útil ou relevante.

AB é um dos mais conceituados intelectuais da Direita. Corre o boato de que é arguto e inteligente. No entanto, quando se trata de prever o futuro é de uma indigência atroz. Errou nas críticas ao Centro Cultural de Belém, a que chamava «Centro Comercial», enganou-se quanto ao futuro dos telemóveis, estatelou-se nas previsões da Expo/98.

No fundo, AB é provinciano e narcisista. Tem horror à novidade, receia o progresso e mantém o culto exacerbado da personalidade. Sonhou um dia ser líder do PS, mas faltava-lhe a preparação, equilíbrio e competência que o desempenho do cargo exige.

Tentou satisfazer as ambições sujeitando-se a ser um adorno da Aliança Democrática, companheiro de estrada de uma coligação PSD/CDS/PPM. Foi o Reformador útil ao serviço de Sá Carneiro.

De há vários anos que o cega a sanha contra o PS e os principais dirigentes. A inveja de Jorge Sampaio é mesquinha e infantil. O ódio a Guterres é boçal e grotesco. As críticas ao partido têm a marca do ressentimento, falta-lhes pudor e substância. É um falhado político que faz do combate ao PS a catarse da frustração. Fez o percurso habitual dos trânsfugas. Está para o PS como a Zita Seabra para o PCP.

Quem se admira, pois, que apareça a apoiar o candidato do Bloco à Câmara de Lisboa? António Barreto é o apoiante videirinho, que agarra a oportunidade de combater o candidato do PS e que, na hora do voto, é capaz de votar em qualquer um que a coligação de direita apresente.

 
 
 
publicado por lino47 às 14:14
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Carlos Alexandre e o almoço no Alandroal

Recordo que este mesmo opusdeísta juiz espertalhaço -- o tal que faz equipa com o falhado procurador Rosário Teixeira --, há uns anos atrás encomendou um almoço para dezenas de seus convidados no restaurante "A Maria", no Alandroal, para comemorar o seu aniversário, cujas despesas correriam por sua conta. Já quase no fim do almoço -- como contou a revista Sábado -- Carlos Alexandre começou a sentir-se aflito vendo o Whisky a correr de mão em mão e quando reparou que também havia convidados dos convidados. Saiu rapidamente da mesa para saber da conta e tentar pôr um travão ao aumento da despesa. A gerência do restaurante descansou-o -- o Director da PJM (polícia judiciária militar), Governo Maia, já tinha mandado tratar do assunto. E assim os cerca de 1.115,00 euros da festança do almoço do seu aniversário, passaram a despesas de representação da Judiciária Militar, isto é, a conta da festa foi paga com dinheiro dos contribuintes. A revista Sábado termina a reportagem assim: "O juiz terá respirado de alívio" ... Compreende-se, o alívio dele na verdade corresponde à sua imoralidade, à falta de integridade e de respeito por quem afinal paga sem saber e abusivamente as suas contas privadas.

publicado por lino47 às 13:49
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Sábado, 14 de Maio de 2016

João quadros

Minha rica escola

(João Quadros, in Jornal de Negócios, 13/05/2016)

quadros

João Quadros

Aos poucos foi crescendo a polémica das escolas privadas com contratos de associação. Fazem favor de sublinhar – contratos de associação. Já sublinharam?


Isso não é sublinhar, é riscar. Escrevam, todos juntos em coro e a dar a mão: “Os contratos de associação são mecanismos do Estado para suprir dificuldades na rede pública.” Agora, escrevam a bold: “Como todos esses mecanismos temporários, devem cessar quando a necessidade que lhe deu origem também cessar.” Pronto, está feito. Podem pegar no que acabaram de escrever e enviar para aquelas escolas com contratos de associação (e pais) que puseram crianças nas aulas a escrever cartas a políticos para que não acabem com subsídios. Espero que não tenham dado muitos erros.

Para a nossa direita liberal as empresas privadas vão à falência, porque deixam de ter clientes, e é bem feito, é o mercado a funcionar. Já escolas privadas irem à falência porque o Estado vai deixar de ir lá gastar é um ai valha-nos o Cristo que é uma infâmia!

 
Posto isto, exijo subsídio estatal porque quero tomar banho de imersão em água Castelo. Quero poder optar pelo privado na esfrega das partes privadas. Quero ser um cidadão com direitos especiais apenas porque não me sinto satisfeito com a água do serviço público à minha disposição; para mim tem pouco gás e a outra é melhor. Paguem, se faz favor.

A ideia do PSD/CDS é pagar duas vezes a educação dos miúdos: investimos na escola pública e depois ainda pagamos a outra para esvaziar a que pagámos. Quando isto passar, a direita nunca mais vai poder dizer mal de subsídios – é o fim de 90% do discurso.

Para os deputados do PSD e CDS, trata-se “de uma questão de liberdade de escolha, mas acima de tudo, de garantir que as promessas (com pais, alunos e escolas) são cumpridas. Ou seja, de que o Governo honra a sua palavra”. É assim mesmo deputados da ex-maioria, acima de tudo a palavra do Estado é sagrada!

Vamos regressar ao ano 2011, directamente (sem passar pelas notícias em que a palavra honrada do Estado corta unilateralmente os salários aos funcionários e abocanha os contratos com os pensionistas) para as capas de jornais de 28 Setembro: “O Estado vai faltar ao prometido e não vai pagar os prémios aos melhores alunos do secundário”; “Melhores alunos ficam sem prémio de 500 euros”; “A poucos dias da cerimónia de entrega, o ministro Crato suspende os prémios pecuniários de mérito”.

Em 2011, quando ficou com o dinheiro dos miúdos (e as promessas a pais, alunos e escolas não foram cumpridas), o ministro da Educação justificou-se dizendo: “O reconhecimento do mérito não pode ser só distribuir dinheiro. Mesmo sem receberem os 500 euros, o reconhecimento do mérito dos alunos fica.”

Resumindo, se fôssemos segundo a lógica do ex-Governo de Passos, agora o Ministério da Educação reconhecia o mérito das escolas privadas, que é uma coisa que fica, e cortava-lhes já a massa toda e siga. Pumba, sem dar cavaco! À Crato.

publicado por lino47 às 15:33
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2016

Carlo Alexandre vs Miguel Macedo


A minha alma está parva.



Nem acreditava no que estava a ler porque achava que seria impossível o Pasquim CM publicar isto, mas enfim. Depois que vi um porco a andar de bicicleta já acredito em tudo. Então vou transcrever a publicação do tal dito cujo CM.



«Um grave e acentuado desrespeito pelos deveres funcionais e pelos padrões ético-profissionais. Total falta de competência e honorabilidade. A incompatibilidade absoluta para a manutenção de qualquer cargo público. A inobservânsia do interesse público, da isenção, da imparcialidade, do zelo e da lealdade».



Estas são as palavras com que o Juiz Carlos Alexandre brinda o ex-Ministro da Administração Interna do anterior governo, Miguel Macedo.



E agora pergunto eu:



Porque não estender o mesmo elogio ao seu chefe, Pedro Passos Coelho, ao ex-ministro da Defesa Aguiar Branco, ao ex-ministro da economia António Pires de Lima ou à ex ministra da Justiça Paula Teixeira da Cruz sem falar de outros que mereceriam certamente o mesmo elogio.



É que estes últimos quatro anos e meio foram realmente os mais profícuos produtores de ministros sem o mínimo de competência e qualidade.


 
publicado por lino47 às 18:05
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2016

Colégios privados e financiamentos

Sabe-se que a direita perdeu uma discussão sobre educação em Portugal quando a ouvimos dizer duas palavras: Mário Nogueira.
Na sexta-feira, a nova causa da direita portuguesa era a dos colégios privados a quem, através de contratos de associação, o estado paga para receberem alunos. No sábado e no domingo, vendo que a constituição, a lei e o senso comum das pessoas concordam em que o estado só deva pagar a privados quando há carências na rede pública, a direita começou: Mário Nogueira. E à segunda, quando sair esta crónica, o debate estará já tão estreitado que resta só dizer que não há mal nenhum em que um sindicalista concorde com uma política, se ela for boa (mesmo que, no caso concreto, ela deva estar muito longe de ser uma das suas prioridades sindicais).
Vejamos: o que o atual Ministério da Educação pretende fazer em relação aos contratos de associação decorre não só de qualquer boa governação da coisa pública como decorre também da Constituição, da lei, e dos próprios contratos que foram assinados com os ditos (e poucos, já veremos) colégios.
A Constituição diz claramente que o estado deve ter “uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população” e que, quanto ao ensino privado, o “reconhece e fiscaliza” apenas, sem qualquer obrigação de o sustentar. Se o estado não chega a determinados lugares e tem de contratar privados para assegurar a oferta, é normal que essa seja apenas uma situação temporária. O que o governo anunciou agora não foi o fim abrupto dos contratos. A novidade é que onde já houver escola pública em boas condições os contratos de associação decorrerão até ao fim mas não haverá necessidade de lhes acrescentar novas turmas nem de os renovar. Nas situações em que ainda houver carências, os contratos continuarão por mais algum tempo. Moderado, previsível, gradual — e representando alguma poupança nos 139 milhões que são gastos por ano neste item orçamental, o que permitirá aplicar recursos onde eles são mais necessários.
Este não é um debate entre ensino público que deve ser apoiado pelo estado e privado que deve concorrer no mercado, obrigado. E isso nota-se especialmente quando o próprio Passos Coelho entra na liça agitando de novo o espantalho anti-sindical. O que Passos Coelho está a ocultar é que, durante o seu governo, os contratos de associação foram desviados do propósito inicial e se converteram agora num negócio muito generoso para cerca de apenas três por cento dos colégios que assim recebem até mais de metade do dinheiro público destinado ao ensino privado (o que sobra tem outras aplicações, como o apoio social escolar, que é entregue diretamente às famílias dos alunos, e o ensino artístico ou profissional).
Quem defende os contratos de associação redundantes não está pois a fazer a defesa do ensino privado, que tem em Portugal toda a liberdade para se estabelecer e funcionar. Está antes a apoiar um pequeno cartel que drena recursos ao ensino público e faz concorrência desleal dentro do próprio setor privado. Contra isso, não há agitar de espantalhos que salve a falta de argumentos.

Por Ana Prata

publicado por lino47 às 14:49
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Amadeu Homem

ACERCA DOS SUBSÍDIOS DO ESTADO

Faço questão de deixar, sobre este tema, a minha opinião individual em moldes de absoluta e inequívoca transparência. Os meus pais tiveram um colégio privado e foi nele que eu estudei. Mas naquele tempo quem subsidiava NA TOTALIDADE o dito Colégio eram os pais dos Alunos. Sou de opinião que os sujeitos privados podem abrir e pôr em funcionamento tudo o que quiserem e onde quiserem : escolas, hospitais, meios de transporte, casas de renda económica ou nem tanto, cinemas, teatros, mini.mercados, grandes superfícies, agências de viagens, casas de hamburguers, restaurantes, ginásios, piscinas, numa palavra , TUDO. Qual é a contribuição que o Estado deverá disponibilizar para esses negócios ? ( negócios, sim, não me venham com tretas, porque o Colégio dos meus pais era apenas um negócio de qualidade, mas bem gerido). O que o Estado deve dar a tais unidades É A PONTA DE UM CORNO. Ponto final, parágrafo . A minha opinião fica exarada como eu gosto: clarinha, clarinha !

Por Amadeu Homem

publicado por lino47 às 11:41
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