Quarta-feira, 17 de Junho de 2015

Mecenas

Mais um comício, mais uma sessão de propaganda.

Ser mecenas com dinheiro dos outros é muito fácil.
Joana de Vasconcelos a artista nacional , fantoche de Passos Coelho e companhia, que que mais dinheiro tem sacado ao estado através de susbídios resolveu através da sua fundação...
Joana de Vasconcelos também já tem uma fundação?
Uma fundação serve para quê? Para fundar? Ou para afundar?
Dizia eu que Joana de Vasconcelos, deu uma bolsa de estudo a um jovem na Universidade de Évora.
Grande coisa!...
Se eu fosse do PSD e mostrasse abertamente que as minhas exposições de pensos e tampões era financiada com dinheiro dos cofres do estado português que por sua vez é fruto dos nossos impostos, para dar uma amostra de bom samaritano e como já me tinham dado tanto porco, também convinha dar um chispe ou um chouriço de vez em quando
Não se esqueçam de que em tempo de crise intensa o governo do PSD/CDS deu a Joana de Vasconcelos cerca de cinco milhões de euros para recuperar um cacilheiro velho para ir num passeio a Veneza.

publicado por lino47 às 19:09
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Sábado, 13 de Junho de 2015

Joana Amaral Dias

Ou porque está na moda, ou porque dá muito trabalho criar um partido político principalmente quando não se tem bases, os emergentes vão aproveitando os restos mortais de outros partidos já mortos e em decomposição "Joana Amaral Dias e Marinho e Pinto".
Assim sendo, não tardará por aí alguém a aproveitar os mortos, enterrados e mal cheirosos MIRN e MDLP de triste memória.
Lagarto, lagarto.
A Joaninha diz que não aceitará uma coligação com o PS?
É natural. O PS tem mais que fazer do que estar a abrir as portas a mais arrivistas que querem é protagonismo.
Não aceitará hoje até às cinco da tarde. Entre as cinco e as seis talvez aceite. Entre as seis e as sete aceita. Entre as sete e as oito logo se vê.

publicado por lino47 às 00:17
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015

O juíz de Mação

Nascido em Mação, concelho de Santarém, casado, pai de dois filhos, católico "praticante" em que não dispensa participar em procissões e visitar o santuário de Fátima.

Estas pessoas que passam a vida a bater com a mão no peito, a confessarem-se a comungar e a rastejar atrás da padralhada são os piores.

Já eram assim no tempo da Santa inquisição e não evoluíram nem um milímetro.

Este juiíz é também um Juíz que tem um ordenado de cerca de quatro mil euros mais umas alcavalas das comissões de serviço mas que tem uma vivenda em Linda a Velha, um andar em Lisboa onde vive, uma vivenda no Algarve, Um Mercedes topo de gama, paga o ordenado a um motorista particular e a um segurança privado 24 horas por dia, está a restaurar várias casas no Alandroal que calharam à mulher em herança,

Tem dois filhos em colégio privado,está a construir uma mansão na terra dele, tem um credito de quatrocentos mil euros para pagar à CGD e tem o povo a perguntar.

O dinheiro para este homem é de elástico?

Sr Dr Juíz Carlos Alexandre: Quem cabritos vende e cabras não tem de algum lado eles vem. Lembra-se deste episódio, lembra?

publicado por lino47 às 23:42
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2015

Amadeu homem

(de Amadeu Homem)
Confesso a minha "fraqueza": mesmo desconhecendo se José Sócrates é inocente ou culpado, não posso deixar de o admirar. Não por ser inocente ou culpado, mas por ter sido capaz de dizer algumas verdades à mais corporativa das corporações da sociedade portuguesa: a dos magistrados.
Ninguém duvide que, estando ou não inocente, Sócrates irá ser condenado. É que ele foi até agora o único que desafiou um Poder imenso e arbitrário, que um dia o Dr. Marinho e Pinto qualificou como a "República dos Juízes". Se uma parte do processo movido a Sócrates é, transparentemente, uma "vingança mesquinha" dessa magistratura, a quem ele, enquanto Primeiro-Ministro, retirou privilégios, tal vingança arranjará - nem que tenha de "atamancar" argumentos e "provas" - a substância suficiente para condenar o preso nº 44 da prisão de Évora.
Mas este preso já comprovou uma outra nota de personalidade: não bajula, não cede, não cala e não suplica. E isso faz dele UM HOMEM - ainda que possa ser culpado, coisa que, em todos os meus textos, eu sempre admiti como possibilidade.
Dir-me-ão que posso estar a admirar um "criminoso". Talvez. Em todo o caso, um "criminoso" diferente dos que revelam a falta de estofo de um Duarte Lima, ou de um Oliveira e Costa, ou de um Vara, ou de um Dias Loureiro.
Mas esses, estão todos à "boa vida". Como também o está o tal padreco pedófilo do Seminário do Fundão, comprovadamente culpado, mas que a Justiça (?) portuguesa, talvez mancomunada com uma corja de cónegos, bispos e beatas, decidiu, por omissão de cumprimento de prazos processuais, deixar "magnificamente" solto.
José Sócrates é, para mim, um vulto admirável. É que, no limite da culpa inegável (coisa que ainda não se pôde comprovar) , existe uma diferença assinalável entre um vulgar ladrão de estradas e um émulo - eventual, eventual ! - de Arsène Lupin. E essa diferençazinha dá pelo nome de INTELIGÊNCIA.

publicado por lino47 às 23:24
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Material de exportação

Está muito boa.
Porque é que eu não sabia isto?
Segundo um escroque que vegetou e vegeta à custa de golpes de rins como é um crápula que se dá pelo nome de Miguel Relvas dizia hoje algures sentir-se orgulhoso por Portugal já não exportar só jogadores de futebol e já se dar ao luxo de exportar engenheiros, cientistas, professores, técnicos, etc, etc.
E eu a pensar que Portugal tinha bons profissionais para enriquecer o país, afinal são para exportar.
Como é que se sentirão os professores, cientistas, engenheiros, médicos, enfermeiros ou jogadores e treinadores de futebol ao serem considerados mercadoria para exportação.

publicado por lino47 às 12:50
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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

Carta

CARTA DE JOSÉ SÓCRATES AO JUIZ
Resposta na íntegra de José Sócrates ao juiz a propósito da mudança da medida de coacção de prisão preventiva para obrigação de permanência na residência com pulseira electrónica:
"A minha prisão constituiu uma enorme e cruel injustiça. Seis meses sem acusação. Seis meses sem acesso aos autos. Seis meses de uma furiosa campanha mediática de denegrimento e de difamação, permitida, se não dirigida, pelo Ministério Público. Seis meses de imputações falsas, absurdas e, pior - infundamentadas, o que significa que o Ministério Público não as poderia nem deveria fazer, por não estarem sustentadas nem em indícios, nem em factos, nem em provas. Seis meses, enfim, de arbítrio e de abuso.
Aqui chegados, que cada um assuma as suas responsabilidades. A minha prisão foi uma violência exercida injustamente contra mim, mas foi-o de forma unilateral - foi-me imposta. Esse acto contou sempre com o meu protesto e o meu repúdio; nunca com o meu silêncio e muito menos com o meu assentimento. Agora, o Ministério Público propõe prisão domiciliária com vigilância electrónica, que continua a ser prisão, só que necessita do meu acordo. Nunca, em consciência, poderia dá-lo.
Por outro lado, não posso ignorar - nem pactuar - com aquilo que, hoje, para mim, está diante dos olhos: a prisão preventiva usada para investigar, para despersonalizar, para quebrar, para calar, para obter sabe-se lá que "confissões". Também não ignoro - nem pactuo - com a utilização da prisão domiciliária com vigilância electrónica como instrumento de suavização, destinado a corrigir erros de forma a parecer que nunca se cometeram. Estas "meias-libertações" não têm outro objetivo que não seja disfarçar o erro original e o sucessivo falhanço: depois de seis meses de prisão, nem factos, nem provas, nem acusação.
Meditei longamente nesta decisão, no que ela significa de sacrifício pessoal e, principalmente, no sacrifício que representa para a minha família e para os meus amigos, que têm suportado esta inacreditável situação com uma extraordinária coragem. Todavia, o critério de decisão é simples - ela tem que estar de acordo com o respeito que devo a mim próprio e com o respeito que devo aos cargos públicos que exerci. Nas situações mais difíceis há sempre uma escolha. A minha é esta: digo não."
José Sócrates

publicado por lino47 às 00:08
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Terça-feira, 2 de Junho de 2015

Juan Carlos de Carlos Esperança

Homenagem ao rei espanhol Juan Carlos

Faz hoje, 2 de junho de 2015, 1 ano que o rei, nomeado por um dos maiores genocidas do séc. XX, abdicou. Nomeado em 1969 para a monarquia abolida em 1931, o neto de Afonso XIII, nascido em Itália, durante o exílio, reinou de 22 de novembro de 1975 a 19 de junho de 2014.

O descendente da família Bourbon tornou-se rei, mais pela graça do ditador Francisco Franco do que da de Deus, alegada pelos clérigos reacionários, cúmplices do fascismo, e que viram na guerra civil contra a República, democraticamente sufragada, a ‘cruzada’ que o Papa de turno outorgou à sedição franquista.

Franco foi o déspota que assassinou dezenas de milhares de patriotas depois de finda a guerra, que garrotou presos políticos com a mesma displicência com que comungava, e odiou a liberdade com a sanha com que rezava contra a República e a democracia.

Juan Carlos, educado numa madraça franquista, ganhou esporas de democrata no golpe do anacrónico tenente-coronel Tejero Molina, sob comando do gen. Milans del Boshe e tendo como cérebro o precetor real, general Alfonso Armada, com a comunicação social a imputar ao rei o mérito democrático, como se a intentona não tivesse fracassado com 3 homens que, nas Cortes, não se deitaram no chão, desafiando a ordem e os tiros, Adolfo Suárez, Gutiérrez Mellado e Santiago Carrillo.

Depois de anos a merecer a benevolência do país saído da ditadura terrorista, com 7,5 de aprovação, deve-se a Juan Carlos o facto de a monarquia ter atingido a aprovação de 3,72 numa escala de 0 a 10.

A erosão da instituição monárquica não se deveu apenas ao seu carácter anacrónico, foi mérito do rei que decididamente ajudou, com o apetite sexual dos Bourbons, a que fez jus, as caçadas, os negócios escuros da família, as relações pouco recomendáveis, onde não faltou o português Dias Loureiro, e o inenarrável genro Iñaki Urdangarín para quem o Ministério Público espanhol pediu 19 anos e meio de cadeia, acusado de desviar mais de seis milhões de euros de dinheiros públicos.

O descrédito que adicionou à monarquia não faz de Juan Carlos herói da República, mas merece gratidão pelo contributo para a decadência da instituição que o imobilismo dos povos preserva.

publicado por lino47 às 20:00
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