Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

A lingua portuguesa

OS PORTUGUESES NÃO TEM RESPEITO, NÃO TEM CULTURA NEM ORGULHO PELA SUA PRÓPRIA LÍNGUA.
...introdução a "em que língua responder numa entrevista/reportagem ou como respeitar a própria língua":
Alemães respondem em alemão;
Franceses em francês;
Britânicos em inglês;
Espanhóis em castelhano;
Brasileiros em português...e portugueses em castelhano, francês, em suma, a língua que estiver "mais à mão"...é triste.... ...exemplos mais recentes:
- Carlos Sousa (Rally Dakar ), em francês;
- Cristiano Ronaldo (peça para ser apresentada sobre si na gala da FIFA), em castelhano...
Nós somos assim. Temos a sexta língua mais falada do mundo. Temos talvez a língua mais antiga do Mundo, já do tempo da idade média, mas somos uns merdas que não sabemos, não temos cultura e não temos orgulho nela o suficiente para respeitá-la. 
Há dias atrás, numa reportagem realizada na Coreia do Norte e numa entrevista a um aluno numa universidade onde existe uma cadeira de português, perguntaram ao aluno precisamente isso. 
Porquê o Português? Ele respondeu em português muito razoável: 
A língua portuguesa é a sexta língua mais falada do mundo. O grande líder manda-nos aprender português porque o grande líder vê longe. 
Nós não. 
Nós vimos pertinho. Vimos o mundo pela janela do quarto. O fundo do quintal o outro lado da rua ou o as traseiras do prédio são para nós, o fim do mundo.

publicado por lino47 às 14:08
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Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

assistencia médica

Tudo normal.
No estado em que funciona o SNS tudo pode acontecer, mas acontece também muita coisa por outras razões e não só pela falta de médicos.
Já agora pergunto eu: será que a ( IGAS ) com a abertura ou fechadura de um inquérito vai adiantar alguma coisa?
Não. Não vai e eu vou explicar porquê.
O caso que vou relatar é pessoal, mas embora eu não goste de falar de casos pessoais vou falar deste porque está relacionado.
Há cerca de 13 anos fui vitima de um AVC que me deixou ligeiramente afectado mas do qual não restaram mazelas.
No entanto, aconselhado por neurologistas iniciei um processo de vigilância da minha saúde mais intensivo.
Processo esse que passou a uma alimentação mais cuidada e um chek-up anual para controlo.
Isto a partir do ano de 2000.
Em 2005 nas consultas de medicina do trabalho foram-me detectados valores demasiado elevados de colesterol, trigliceridos, tensão elevada, etc,etc. pelo que fui enviado a consultas externas de nefrologia porque na medicina do trabalho desconfiaram que os meus rins não estavam bem derivado ao elevado valor da creatinina.
Aqui começa a incompetência de certos médicos.
Depois de serem por duas vezes pedidas consultas de especialidade em nefrologia ao meu médico de família, este entendia enviar-me acompanhado de credenciais para urologia porque para ele devia ser a mesma coisa.
Quando à 3ª vez fui enviado para as urgências de nefrologia o médico que me atendeu ficou admirado como é que eu ainda estava vivo, uma vez que os meus rins estavam a funcionar a 16% da sua capacidade e com reduzidas dimensões.
Fui emediatamente internado para fazer hemodiálise dada a urgência da situação.
Agora vem o resto.
Como eu tinha seguido o aconselhamento dos neurologistas e tinha efectuado exames complementares de diagnóstico com frequência, como é que esta situação tinha passado despercebida ao meu médico de família?
Juntei todos os resultados de exames complementares de diagnóstico que tinha efectuado durante os cinco anos anteriores e enviei junto com uma queixa para a (IGAS) e para a (OM) Ordem dos Médicos.
Até hoje e já lá vão quase sete anos não obtive a mais pequena resposta nem de um lado nem do outro.
Portanto inquéritos, quer sejam de quem forem são para as gavetas ou simplesmente nem são iniciados.
Hoje, sei que estou vivo graças à médica da medicina do trabalho que se preocupou em ir ao fundo da questão e me enviou para consultas e exames no momento certo.
O meu médico de família não foi chamado a prestar qualquer depoimento, e portanto a (IGAS) e a (OM) é como se não existissem.

publicado por lino47 às 13:56
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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2014

50 mil milhões

Mas essa já é velha. Qual ano 2000, qual carapuça? 
Isso é o diz o pasquim "O Diabo" que é um jornal tendencioso e fascistoide, criado por uma corja de fascistas que nunca esqueceram a saudade do Estado Novo. 
Essa já vem do tempo em que o Cavaco Silva foi Ministro das Finanças e depois 1º Ministro. 
Já vem do tempo das grandes indimnizações pagas para abandonar as explorações agrárias, para abandonar as industrias naval, mineira, da pesca, do calçado, do vestuário, da metalomcânica pesada etc, etc.
Já vem do tempo das grandes indemnizações pagas pelas nacionalizações aos grandes banqueiros, Espiritos Santos, Mellos, Champalimaud e companhia, aos grandes industriais, Mellos, Feteiras, Champalimaud e companhia, às grandes companhias seguradoras Mundial, Tranquilidade e compania, aos grandes agrários, Palhas, Teles, Grades e companhia, aos grande armadores Tenreiros e companhia, aos produtores privados de electricidade, etc, etc.
E só agora é que a União Europeia está preocupada?
Pois olhem... Nós já andávamos preocupados há muito tempo e já sabíamos há muito tempo que isto ia dar merda da grossa.
publicado por lino47 às 15:18
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...

FAZEDORES DE OPINIÃO

 

Actualmente existem em Portugal uma quantidade de fazedores de opinião que é de bradar aos céus e aos infernos, de tantos e tão dessiminados se encontram. Eles são jornalistas, eles são médicos, eles são advogados, eles são treinadores de futebol, eles são comentadores políticos, há de tudo para todos os gostos.

         Na televisão e nos jornais são mais do que as mães os botadores de                              opinião.

Eles botam opinião sobre futebol, botam opinião sobre politica, botam opinião sobre o aeroporto da Ota que afinal já não é na Ota, botam opinião sobre a pequena Madeleine, sobre o Cabo Costa.

E o mais engraçado, é que parecem saber de tudo tal a desfaçatez com que dizem da boca para fora as piores bacoradas.

Não posso no entanto, como simples cidadão, deixar passar sem deixar uma vénia muito especial a alguns comentadores entre os quais saliento os Dr. Emídio Rangel, o Dr. Moita Flores, Nuno Rogeiro e mais alguns poucos que sabem o que dizem e não precisam de dizer muito para dizerem muitas coisas.

Estes são os poucos cronistas de quem leio as crónicas com o maior dos interesses.

Posso no entanto dizer com à vontade que a maioria dos outros escrevinhos e comentadeiros só o são com o único fim de denegrir o país e o governo que o representa e ganhar dinheiro nas suas crónicas semanais com a seu arrazoado de ideias pré-concebidas.

Também é verdade que alguns jornais e televisões dão uma grande ajuda.

Uns porque tem que fabricar noticias e os meios são caros para ir procurá-las.

Outros preferem passar grande parte do tempo de programação a encher chouriços e a dar telenovelas de fraca e muito fraca qualidade.

Sigo sempre com muita atenção e sempre que tenho disponibilidade os debates do Prós e Contras. E nestes últimos dias tenho apreciado sobremaneira os tais fazedores de opinião a criticar a localização do aeroporto na Ota.

Desde pilotos, passando por advogados, políticos de meia tigela, e treinadores de futebol como o Sr. José Mourinho, toda a gente largou uma ou outra asneira.

Eu gostava de saber se quem faz a selecção dos convidados para o debate tem algum critério de isenção ou se a selecção é feita entre amigos e amigos dos amigos. É que isenção não vejo nenhuma.

Creio que o normal, penso eu, num debate desta natureza seria convidar pessoas com capacidade técnica para discutir o assunto com isenção e conhecimento de causa.

Ah! é verdade, o Sr. José Mourinho afinal foi nas cerimónias do dez  de Junho que lançou a atoarda.

Por sinal sitio para onde tinha sido convidado de honra da mais alta entidade política da nação.

Tenham juízo e cuidado, porque um dia o Zé Povinho pode muito bem chegar à conclusão de que está SUBSÍDIO DE NATAL EM DUODÉCIMOS: O QUE É ISSO?
Eu não sou trabalhador.
Mas já fui trabalhador por conta de outrem durante 52 anos. 
Para ter a garantia de alguma qualidade de vida na velhice, aceitei que me descontassem uma percentagem do meu ordenado durante 45 anos.
O Estado não negociou comigo se eu queria ou não construir esse pé de meia, mas eu aceitei a imposição e deixei que o estado gerisse e usasse o meu pecúlio a seu belo prazer, com a condição de proceder à sua devolução em suaves prestações quando eu abandonasse a minha actividade laboral, e até ao fim da minha vida.
Mais tarde, entendi que o estado não estava a ser cumpridor e o valor das prestações que me devolvia não condizia com aquilo que eu tinha descontado ao longo de 45 anos e reivindiquei, negociei e levei o estado a pagar mais dois meses por cada ano, a que se deu o nome se subsídio de Natal e subsídio de férias.
Até que um dia, alguém se lembrou que o acordo que o estado tinha negociado comigo, e que até então tinha sido respeitado, deveria ser alterado e sem querer saber se eu estava de acordo ou não, resolveu subverter a regras do jogo e não só reduzir as prestações, aplicando-lhe impostos, como deixar de pagar ou pagar os subsídios em pequenas prestações.
Claro que eu não estou de acordo.
Se eu confiei no estado para ser o meu fiel depositário de uma verba que é minha, que eu poupei ao longo de tantos anos, não tem agora o direito ao abrigo de uma crise que eu não sou minimamente culpado, inverter as regras do jogo e dispor das minhas poupanças como lhe der na real gana.
Eu quero, eu exijo, eu reivindico, porque tenho esse direito, que me seja pago tudo aquilo a que tenho direito, tal como está definido na lei e como ficou assente entre as partes após as negociações efectuadas a partir de 25 de Abril de 1974.
A. J. Carvalho

E por aqui me fico, senão daqui a pouco já estou como eles.

publicado por lino47 às 15:18
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Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2014

DUODÉCIMOS

SUBSÍDIO DE NATAL EM DUODÉCIMOS: O QUE É ISSO?
Eu não sou trabalhador.
Mas já fui trabalhador por conta de outrem durante 52 anos. 
Para uma para ter a garantia de alguma qualidade de vida na velhice, descontaram-me uma percentagem do meu ordenado durante 45 anos.
O Estado não negociou comigo se eu queria ou não construir esse pé de meia, mas eu aceitei a imposição e deixei que o estado gerisse e usasse o meu pecúlio a seu belo prazer, com a condição de proceder à sua devolução em suaves prestações quando eu abandonasse a minha actividade laboral, e até ao fim da minha vida.
Mais tarde, entendi que o estado não estava a ser cumpridor e o valor das prestações que me devolvia não condizia com aquilo que eu tinha descontado ao longo de 45 anos e reivindiquei, negociei e levei o estado a pagar mais dois meses por cada ano, a que se deu o nome se subsídio de Natal e subsídio de férias.
Até que um dia, alguém se lembrou que o acordo que o estado tinha negociado comigo, e que até então tinha sido respeitado, deveria ser alterado e sem querer saber se eu estava de acordo ou não, resolveu subverter a regras do jogo e não só reduzir as prestações, aplicando-lhe impostos, como deixar de pagar ou pagar os subsídios em pequenas prestações.
Claro que eu não estou de acordo.
Se eu confiei no estado para ser o meu fiel depositário de uma verba que é minha, que eu poupei ao longo de tantos anos, não tem agora o direito ao abrigo de uma crise que eu não sou minimamente culpado, inverter as regras do jogo e dispor das minhas poupanças como lhe der na real gana.
Eu quero, eu exijo, eu reivindico, porque tenho esse direito, que me seja pago tudo aquilo a que tenho direito, tal como está definido na lei e como ficou assente entre as partes após as negociações efectuadas a partir de 25 de Abril de 1974.
A. J. Carvalho.
publicado por lino47 às 16:08
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